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PALAVRAS CHAVE
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Sandro 3õ - Arqueiro Zen, 38 anos, zen budista, galo no chinês, signo de virgem, ascendente em leão, lua em aquário
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A ARTE CAVALHEIRESCA DO ARQUEIRO ZEN
A flecha acerta o alvo


Esse é o ultrassom feito ontem do meu bebê.
Ainda não sabemos o sexo.
Se prestar atenção verá aparecer dias vezes o rostinho dele.




Setembro 21, 2007

Consulta
Terapia Holistica

Consulente:
Doenças emocionais são criações da mente mesmo??? Já to nessa de depressão faz uns 10 anos e não consigo sair. Como posso ter certeza que é criação da mente? Abraços

Resposta:
Vou sugerir a solução HOLISTICA:

Nós funcionamos em tres niveis:

1)Material -> Corpo
2)Emocional -> Alma
3)Mental -> Espirito

A depressão ocorre NOS TRES PLANOS. É possivel mudar isso de forma HOLISTICA:

1) O CORPO precisa de ALIMENTAÇÃO CORRETA. O vegetarianismo e o naturalismo ajudam muito porque a carne animal armazena os hormonios liberados pelos maus tratos sofridos pelos animais. Uma dieta balanceada SEM CARNE ajuda muito. PEIXE deve ser mantido por conter OMEGA 3 e ser responsável pela integridade do sistema nervoso. OVO deve ser mantido por manter o nivel de proteina para os musculos e colesterol para fabricar os seus hormonios. O consumo de AÇUCAR (Especialmente DOCES) deve ser reduzido porque ele aumenta a fome e a ansiedade. Drogas e alcool JAMAIS. No lugar do açucar e doces, é melhor consumir carboidratos de qualidade, como arroz e batata. Atividade fisica é muito importante e o MINIMO que você deve praticar é a CAMINHADA.

2) A ALMA: Existem 260 sentimentos, 4 emoções e um Amor. É preciso ESTIMAR alguém, nem que seja um peixinho dourado. Amar se aprende amando. Os problemas emocionais acontecem porque somos "dominados" por MEDO, TRISTEZA, RAIVA ou EUFORIA. Sugiro uma TERAPIA ou a REGRESSÃO. Esses institutos realizam excelente trabalho:

http://www.trainingleader.com.br (Layr Malta - Metodo Silva e Terapia Holistica)
http://www.imagick.org.br (Zelinda Hypolito - Dianética e Budismo Tecnológico)

3) O ESPIRITO: Sim, de fato é a mente que realiza a cura, porque a mente comanda A VONTADE. Só se cura quem confia que conseguirá. O melhor amigo da Mente e auxiliar da Vontade é a MEDITAÇÃO. Tenho observado, 6 meses de meditação diária conseguem transmutar profundamente o espirito de uma pessoa. Sugiro Shamata ou Zazen:

http://www.shambhala-brasil.org/ReunioesSemanais-SP.htm -> SHAMATA
http://www.sotozen.org.br/atividades/horarios.htm -> ZAZEN

Minha amiga Alaya acrescenta essa informação para substituição do peixe na alimentação:

OMEGA 3 também é encontrado em oleos vegetais, como o de girassol, canola, algodão e também em castanhas,nozes etc e principalmente na semente de linhaca (linho), q é vendida inteira ou em pó ou em paes!



Setembro 19, 2007

Alma

Não existe a Alma sem o Espirito
Não existe o Espirito sem Alma
Um foi feito para proteger o outro
Deus e Deusa dançam
Não importam quem são
Não importa que corpo habitam
Apenas dançam
Essa dança se chama Proteção

I Shin Den Shin





Kama Sutra




O Buda e o Tapa

Buda estava sentado embaixo de uma árvore falando aos seus discípulos. Um homem se aproximou e deu-lhe um tapa no rosto.
Buda esfregou o local e perguntou ao homem:
- E agora? O que vai querer dizer?
O homem ficou um tanto confuso, porque ele próprio não esperava que, depois de dar um tapa no rosto de alguém, essa pessoa perguntasse: "E agora?" Ele não passara por essa experiência antes. Ele insultava as pessoas e elas ficavam com raiva e reagiam. Ou, se fossem covardes, sorriam, tentando suborná-lo. Mas Buda não era num uma coisa nem outra; ele não ficara com raiva nem ofendido, nem tampouco fora covarde. Apenas fora sincero e perguntara: "E agora?" Não houve reação da sua parte.

Os discípulos de Buda ficaram com raiva, reagiram. O discípulo mais próximo, Ananda, disse:
- Isso foi demais: não podemos tolerar. Buda, guarde os seus ensinamentos para o senhor e nós vamos mostrar a este homem que ele não pode fazer o que fez. Ele tem de ser punido por isso. Ou então todo mundo vai começar a fazer dessas coisas.
- Fique quieto – interveio Buda – Ele não me ofendeu, mas você está me ofendendo. Ele é novo, um estranho. E pode ter ouvido alguma coisa sobre mim de alguém, pode ter formado uma idéia, uma noção a meu respeito. Ele não bateu em mim; ele bateu nessa noção, nessa idéia a meu respeito; porque ele não me conhece, como ele pode me ofender? As pessoas devem ter falado alguma coisa a meu respeito, que "aquele homem é um ateu, um homem perigoso, que tira as pessoas do bom caminho, um revolucionário, um corruptor". Ele deve ter ouvido algo sobre mim e formou um conceito, uma idéia. Ele bateu nessa idéia.
Se vocês refletirem profundamente, continuou Buda, ele bateu na própria mente. Eu não faço parte dela, e vejo que este pobre homem tem alguma coisa a dizer, porque essa é uma maneira de dizer alguma coisa: ofender é uma maneira de dizer alguma coisa. Há momentos em que você sente que a linguagem é insuficiente: no amor profundo, na raiva extrema, no ódio, na oração.

Há momentos de grande intensidade em que a linguagem é impotente; então você precisa fazer alguma coisa. Quando vocês estão apaixonados e beijam ou abraçam a pessoa amada, o que estão fazendo? Estão dizendo algo. Quando vocês estão com raiva, uma raiva intensa, vocês batem na pessoa, cospem nela, estão dizendo algo. Eu entendo esse homem. Ele deve ter mais alguma coisa a dizer; por isso pergunto: "E agora?"

O homem ficou ainda mais confuso! E buda disse aos seus discípulos:
- Estou mais ofendido com vocês porque vocês me conhecem, viveram anos comigo e ainda reagem.
Atordoado, confuso, o homem voltou para casa. Naquela noite não conseguiu dormir.

Na manhã seguinte, o homem voltou lá e atirou-se aos pés de Buda. De novo, Buda lhe perguntou:
- E agora? Esse seu gesto também é uma maneira de dizer alguma coisa que não pode ser dita com a linguagem. Voltando-se para os discípulos, Buda falou:
- Olhe, Ananda, este homem aqui de novo. Ele está dizendo alguma coisa. Este homem é uma pessoa de emoções profundas.
O homem olhou para Buda e disse:
- Perdoe-me pelo que fiz ontem.
- Perdoar? – exclamou Buda. – Mas eu não sou o mesmo homem a quem você fez aquilo. O Ganges continua correndo, nunca é o mesmo Ganges de novo. Todo homem é um rio. O homem em quem você bateu não está mais aqui: eu apenas me pareço com ele, mas não sou mais o mesmo; aconteceu muita coisa nestas vinte e quatro horas! O rio correu bastante. Portanto, não posso perdoar você porque não tenho rancor contra você.
E você também é outro, continuou Buda. Posso ver que você não é o mesmo homem que veio aqui ontem, porque aquele homem estava com raiva; ele estava indignado. Ele me bateu e você está inclinado aos meus pés, tocando os meus pés; como pode ser o mesmo homem? Você não é o mesmo homem; portanto, vamos esquecer tudo. Essas duas pessoas: o homem que bateu e o homem em quem ele bateu não estão mais aqui. Venha cá. Vamos conversar.

Osho; Intimidade Como Confiar em Si Mesmo e nos Outros



Setembro 18, 2007

O dom da palavra

Certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou
assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.

- Que desgraça, Senhor! - exclamou o sábio - Cada dente caído representa a
perda de um parente de Vossa Majestade!

- Mas que insolente - gritou o sultão - Como se atreve a dizer tal coisa?

Então, chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.
Mandou
também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho. O outro
sábio disse:

- Senhor, uma grande felicidade vos está reservada! O sonho indica que
ireis
viver mais que todos os vossos parentes!

A fisionomia do sultão se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao
sábio.

Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio:

- Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega.
No entanto, ele levou chicotadas, e você, moedas de ouro!

- Lembre-se sempre - respondeu o sábio - tudo depende da maneira de dizer
as
coisas.

E esse é um dos grandes desafios da Humanidade. É daí que vem a felicidade
ou a desgraça, a paz ou a guerra.

A verdade deve ser dita sempre, não resta a menor dúvida, mas a forma como
ela é dita é que faz a diferença.



Setembro 16, 2007