A ARTE CAVALHEIRESCA DO ARQUEIRO ZEN a arte cavalheiresca do arqueiro zen,arqueiro zen,cavalheiresca,arqueiro,zen,tao,arte,arte de viver,arte da palavra,budismo,budistas,sutra do coração,sutra da lotus,sutra do diamante,compaixão,sansara,nirvana,Buda,Buddha,Creative A ARTE CAVALHEIRESCA DO ARQUEIRO ZEN

PALAVRAS CHAVE
a arte cavalheiresca do arqueiro zen,arqueiro zen,cavalheiresca,arqueiro,zen,tao,arte,arte de viver,arte da palavra,budismo,budistas,sutra do coração,sutra da lotus,sutra do diamante,compaixão,sansara,nirvana,Buda,Buddha,Creative

PENSAMENTO DO DIA

Frases e Pensamentos

SIGNIFICADO DO SEU NOME:

Ultimos nomes pesquisados

PERFIL DO USUÁRIO
Sandro 3õ - Arqueiro Zen, 38 anos, zen budista, galo no chinês, signo de virgem, ascendente em leão, lua em aquário
ORKUT
MSN: sandro30sp@msn.com

COMUNIDADES

EDIÇÕES

APOIO




A ARTE CAVALHEIRESCA DO ARQUEIRO ZEN
DRUKPA KUNLEY,
Um Iluminado...

O Santo das 5000 mulheres
A incrível história de Drukpa Kunley, o lama budista que iluminava mulheres por meio do sexo e trocava ensinamentos por cerveja


Por Ciro Pessoa
Ilustrações: Paulo Nilson

O tibetano Drukpa Kunley (1455-1570) é um dos santos mais populares do Tibete e do Butão. Filho de uma família religiosa budista, ele atingiu a iluminação ainda muito jovem, por meio de um treinamento árduo e altamente disciplinado em academias monásticas tibetanas. Optou pelo estilo de vida anárquico de um mestre itinerante e, em seus 115 anos de vida, iluminou, com o sexo tântrico, cerca de 5000 mulheres. Todas elas apresentavam sinais das dakinis (a emanação feminina de Buda).

Kunley era uma espécie de "poeta on the road". Vagava de aldeia em aldeia, muitas vezes nu, cantando seus poemas improvisados. Na sua época, poucos sabiam que era um iluminado, já que suas práticas tântricas eram absolutamente secretas. Consideravam-no um louco. Segundo o lama butanês Djigme Tenzin, do Centro Budista Tibetano Kagyü Pende Gyamtso, em Brasília, "Kunley foi um grande iogue, no sentido verdadeiro da palavra: vivia despojado de tudo e era extremamente pobre". O lama ainda chama a atenção para eventuais confusões que, principalmente nós, ocidentais, venhamos a fazer com relação às atividades sexuais de Kunley. "Sim, sua vida teve muito sexo, mas sempre no sentido de liberar as mulheres com quem fazia amor".

Dentre as especialidades de Kunley estava a "Louca Sabedoria". Trata-se de um estágio de domínio mental em que se passa a enxergar os fenômenos, as pessoas e as situações de uma maneira absolutamente externa. Kunley via tudo de fora. Até hoje ele é visto como um caso à parte na cultura budista. Em outras palavras, falar sobre Drukpa Kunley inspira uma série de cuidados. Suas histórias são recheadas de lances inusitados, cômicos e mágicos. Só dava ensinamentos em troca de cerveja, tinha uma profunda antipatia pelo clero estabelecido e freqüentemente zombava de religiosos e monges.

As três histórias a seguir foram extraídas do livro Le Fou Divin: Drukpa Kunley, yogi tantrique tibetain du XVI siècle, de Albin Michel. São relatos verdadeiros que foram transmitidos oralmente por dezenas de gerações. É a sua biografia oficial.

Gayakmo: a virgem casada

Kunley vaga pelos arredores da cidade de Tsari quando avista uma pequena cabana na beira do caminho. Lá moram um mudo idiota chamado Horgyal e sua esposa, Gayakmo, que apresenta todos os sinais de uma dakini (manifestação feminina de Buda). Assim que a vê, Kunley fica a fim de conduzi-la ao caminho da budeidade.
— Não sei o que fazer — diz-lhe Gayakmo —, mas minha vagina é certamente muito forte, até porque ela nunca foi usada.
— Mas como faz esse idiota?
— Para ele não há diferença entre dentro e fora.
— Mas eu conheço a diferença — diz Kunley.

Então ele a possui rapidamente. Ela resolve segui-lo a fim de receber as instruções para atingir a iluminação. Diz ao marido que vai até a montanha procurar por um pouco de carne e não volta mais. Kunley ensina-lhe práticas de meditação e a conduz até a montanha. No sétimo dia, Gayakmo atinge a budeidade e transforma-se num corpo de luz.

Drukpa Kunley no país dos abismos

Em Kongpo, o país dos abismos, Kunley sentou-se diante do castelo de Cabeça-de-Búfalo, onde morava Sumchock, e começou a cantar: "Se nossos corpos se unirem no amor/Sumchock vai se iluminar no puro espírito da budeidade".

Sumchock se debruça na janela e, assim que o vê, seu coração se enche de devoção. Então ela canta para ele: "Sei que em seu corpo lívido se esconde o coração de um Buda!" Cabeça-de-Búfalo percebe que Kunley e Sumchock dialogam por meio dos cantos. "O que é esse canto que estou escutando?", ele lhe pergunta. "Um mendicante parado na porta disse-me que caçadores mataram animais hoje na montanha. E, como a partilha ainda não foi feita, você poderá ganhar uma centena de peças caso vá para lá."

Essas palavras caem no ouvido do chefe como uma chuva refrescante num deserto em chamas. E ele parte imediatamente em direção à montanha. Kunley entra no castelo. Segurando-a pelas mãos, deita-a sobre a cama do chefe. Colocando seu órgão contra a vagina entre suas coxas, onde a carne é mais doce que um creme, e certificando-se que estão completamente um dentro do outro, ele consuma a união. Penetrando-a, lhe dá um prazer que ela jamais havia experimentado.

Sumchock pede que ele a leve embora do castelo. Ele a encerra dentro de uma caverna e lhe dá instruções. Na aurora do quarto dia ela é libertada de toda frustração e atinge o estado de Buda, transformando-se num corpo de luz.

Loleg Buti: a grande paixão de Kunley

Na cidade de Sakya, Kunley passa um tempo próximo da casa de uma mulher extremamente bela chamada Loleg Buti. O lama está muito a fim de possuí-la, mas ela não lhe dá a mínima. "Como pode existir uma mulher tão maravilhosa?", urra Kunley. Transtornado, ele pisa violentamente numa pedra, provocando uma explosão cujo barulho se propaga por toda a região. Impressionada e arrependida, Loleg Buti lhe oferece uma deliciosa cerveja.
— Oh, Grande Lama — diz ela —, da primeira vez que te vi não percebi que eras um Buda. Perdoa-me e possui meu corpo agora.
— Levante sua saia e abra as pernas. Oh, oh! — exclama Kunley, olhando entre as coxas e pondo o seu pau para fora.
— Parece que nós não fomos feitos um para o outro. Você precisa de um pênis triangular e eu, de um buraco redondo. É evidente que não temos encaixe.

Loleg Buti fica triste e decepcionada e pede que ele lhe dê um novo nome e instruções para atingir a budeidade. Kunley batiza-a de "Libertadora do Ensinamento Divino" e envia-a para uma montanha, onde ela fica meditando durante três anos. Finalmente atinge a budeidade e transforma-se num corpo de luz.

Encontrado em: http://www.chilebras.achetudoeregiao.com.br/ATR/o_santo_das_mulheres.htm



Fevereiro 6, 2009

ALEISTER CROWLEY,
Um Iluminado...

Aleister Crowley, sem duvida, foi o mais polêmico e controvertido personagem da magia mundial.

Crowley escreveu "A arte mágica" na qualidade de lider absoluto da OTO, a Ordem dos Templários do Oriente, que tinha como perspectiva sintetizar e controlar as ordens maçonicas e herméticas e rosacruzes daquela época.

As tecnicas de magia sexual descritas por Aliester Crowley podem muito bem defini-lo como vampiro, por outro lado, como o mago, se o sol é o simbolo maior do Grande Espírito (Arquiteto?) do Universo, por que não ser então o homem o grande falo desse Deus no microcosmo. Se o homem tem o poder de gerar um espirito no momento da fecundação de um novo ser, por que não se utilizar desses espíritos que se encontram em torno de uma relação sexual para que façam as suas vontades, assim como fazia o mago Abramelin, de quem Crowley foi fiel seguidor até os dias da sua morte. O sexo pode ser utilizado como religião, e para que se participe da essência de Deus com "D"maiúsculo, deve-se obter o equilíbrio, e essa unidade inteira só se consegue momentaneamente em união com o sexo oposto. Este estado apenas será permanente com a absorção durante um período de anos, do fluído vital do sexo oposto.

Crowley tinha uma necessidade insaciável de mulheres, e estas - para desgraça delas - pareciam precisar dele. Ele dizia que elas deveriam ser uma utilidade 'entregues na porta dos fundos, como o leite'. Mas ele teve duas esposas, dezenas de amantes, alem de incontáveis encontros com prostitutas.

Crowley chamava suas parceiras de MulherEscarlate. devido a consorte bíblica que se unia a Grande Besta. A primeira foi Rose Kelly irmã de uma artista Inglesa. Crowley casou-se com ela em 1903. Quando se conheceram, Rose era uma jovem viuva alegre, comprometida com dois homens e abominabdo a ideia de casar-se com qualquer um deles. Crowley ofereceu-lhe um casamento de conveniência, mais em poucos dias os dois estavam apaixonados.

Para Rose a magia logo murchou. O primeiro filho deles morreu de tifo em 1916, durante uma viagem a Ásia. Uma segunda criança nasceu em 1907. Nessa altura, segundo Crowley, Rose estava bebendo pelo menos uma garrafa de uisque por dia. O casal divorciou-se em 1909 - no mesmo ano que Crowley teve sua revelação montanhosa ligando sexo à magia, e dois anos depois Rose foi internada em um asilo.

O mesmo destino teve a sua segunda esposa, uma extravagante nicaraguense chamada Maria de Miramar. Pelo menos mais uma amante dele foi internada, e outras cometeram suicídio ou beberam até a morte, depois de se separarem de Crowley.

A mais resistentes das mulheres de Crowley foi Leah Hirsig, uma professora primária que ele conheceu em Nova York em 1918. Ela o seguiu para Paris e depois foi para a Abadia de Thelema, onde quem lhes arrumava a casa era Ninette Shumway, uma conhecida de Leah. Ninette serviu de babá para a filha deles, Poupeé, e foi nomeada pelo seu empregador como segunda concubina. O triangulo não funcionou muito bem. Ninette disputou com Leah a favor de Crowley. Poupeé morreu e Leah abortou, mesmo assim Leah conseguiu conservar a sanidade e o amante, igualando-se a Crowley droga por droga, feito perverso por feito perverso. Despejada com ele de Thelema, acompanhou-o na exílio, tolerando suas novas amantes. Em 1925, Crowley fugiu com outra mulher, mais eles continuaram correspondendo-se por muito tempo. Em 1930 Leah desistiu do papel de Mulher Escarlate e voltou a América e para o ensino primário. Faleceu em 1951, quatro anos depois de Crowley.

Mesmo na meia idade, careca e inchado, a Besta continuava atraindo Mulheres Escarlates. Em 1934, em uma rua de Londres, uma moça de 19 anos abordou-o e disse que queria ter um filho dele. Crowley levou-a para cama. Ela também mais tarde foi para um sanatório.



JUNG,
Um Iluminado...

Discípulas-amantes ajudaram a criar teoria

Nelson Blecher (Fonte: Jornal "Folha de São Paulo", 08 de junho de 1991)

Enquanto Sigmund Freud viveu cercado por uma confraria de discípulos vienenses, a maioria de ascendência judaica, Carl Gustav Jung encontrou nas mulheres companhia para sua viagem abissal ao inconsciente. Sabina Spielrein, Toni Wolff, Barbara Hannah, Aniela Jaffé, Yolanda Jaccobi, Marie-Louise von Franz e Emma Jung, sua esposa, perfilam-se na linha de frente da corte junguiana.

Sabina e Toni foram primeiro pacientes, depois amantes e, simultaneamente, discípulas. Por quase 30 anos, Jung manteve um declarado triângulo amoroso envolvendo Emma e Toni, que inspirou o escritor Morris West no best-seller "Um Mundo Transparente"

Qualquer apressado julgamento moralista desses "affaires" deve considerar que, àquela altura, a psique ainda era ainda um território imensamente desconhecido para os próprios pioneiros da psicanálise. Tipo atlético, dotado de energética inteligência, Jung, exercia um fascínio sedutor sobre as mulheres - vaidoso, fez questão que seus biógrafos notassem essa qualidade.

A questão da transferência e da contratransferência, que ainda hoje rende polêmicas, só começava a ser arranhada.

Aldo Carotenuto, analista italiano que esteve em São Paulo participando de um congresso promovido para assinalar os 30 anos da morte de Jung, escreveu um obra crucial ("Diário de uma secreta simetria") sobre asa relações de Freud-Jung a partir de um maço de cartas de Sabina endereçadas aos dois gênios da psicanálise. Essa correspondência, segundo conta, foi encontrada acidentalmente num velho porão.

Foi graças ao relacionamento com as discípulas-amantes que Jung pôde tecer os fios do conceito de anima, o enigmático arquétipo que, se não for reconhecido, pode conduzir um homem de neuroses à perdição da loucura.

Como tudo está em oposição no universo da psicologia analítica, o mesmo ocorre com a anima, que evolui da Lilith selvagem à Sophia, rainha da sabedoria.

Entre as discípulas... brilha o nome de Marie-Louise von Franz. Seu legado aos alunos do Instituo C. G. Jung, de Zurique são palestras numinosas sobre temas que, nas mãos de outro qualquer, poderiam se transformar em soníferos: alquimia, mitologia grega, sonhos, contos de fadas.

Von Franz trabalhou com o simbolismo junguiano dos contos de fadas como Bruno Bettelheim o fez sob a ótica freudiana. São temas sobre os quais ela sempre foi capaz de discorrer por mais de duas horas sem um texto à mão, como atesta o seu ex-aluno, o analista Roberto Gambini. Tanto que as palestras, com raras modificações, foram transcritas em livros.... traduzidos pela Editora Cultrix, trazendo interpretações fundamentais para a compreensão da obra do mestre suíço.

Aconselho também esse link do meu Amado Toni:
http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2006/10/carl_jung_reloaded.html